VaLLeTTa

O nome pode ser enganador.
Valletta, com dois l e dois t, é uma capital encantadora. Pequenina. Pitoresca. Histórica. Tradicional. Religiosa.
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Quase tudo se passa dentro das muralhas da cidade. Como em todas, também esta tem uma rua principal, a da República. Há um charme especial por a ter visitado mais demoradamente durante a noite e por esta ter as tradicionais iluminações de Natal.
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Na praça do Grande Palácio chega um BMW preto e a polícia agita-se. Alguém de fato, gravata e sapatos impecáveis, sai do banco de trás e, prontamente, tudo o que é autoridade lhe faz continência. “Peixe graúdo”, com toda a certeza. Para mim até podia ser o porteiro (com todo o respeito pelos porteiros). Sigo o meu caminho.
Janto junto à gigante Igreja de São João. Estou fartando de comer massa. A minha mãe bem me avisou. As mães têm sempre razão.
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Um dos meus objectivos foi conseguido ontem, na caixa do McDonals, junto à Vodafone Malta.
Eu, em inglês: “Faço colecção de moedas de Euro dos diversos países. Por acaso não me arranja uma colecção inteira? De 2 euros a 1 cêntimo?”
Ela, com uma cara de quem viu o Frankeinstein (não sei como isto se escreve): “Sim, deixe-me ver… aqui estão.”
Eu, depois de lhe ter pago: “Grazie!”

Em Malta, toda a gente fala inglês (e conduz do lado errado da estrada), principalmente os mais velhos, fruto da “ocupação” inglesa até 1979 – ano da independência. Mas, além disso, falam maltês – uma mistura de italiano e árabe. Estranho. Imperceptível, excepto o “grazie”.

Regresso ao hotel para fazer a mala. Amanhã tenho voo para Madrid, via Frankfurt. Quatro países em cinco dias.

Isto pode parecer implicação ou até birra.
A primeira coisa que fiz quando cheguei ao meu quarto de hotel, no Domingo à noite, foi desligar o frigorífico, tal era a barulheira ensurdecedora que certamente não me ía deixar dormir.
Mal me deitei, estafado, o vizinho ou vizinha do quarto ao lado começou a ressonar te tal maneira que acordava qualquer habitante no sul da Líbia. E a Líbia ainda dista bastante daqui.
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No dia seguinte, de manhã, a primeira coisa que fiz foi abrir as cortinas (quando cheguei estavam fechadas e era de noite). Pois estou num hotel em Floriana, junto ao porto Marsanxett e tenho vista para … uma parede, que está a 2 metros da minha janela. Não deve haver um quarto pior do que o meu. Enfim.
Tomo um duche e, enquanto me seco, começo a ouvir pingos no tecto falso que, rapidamente, correm para o chão da casa-de-banho, formando uma poça de água. Nem quero pensar nisto. Ignoro.

Ah… estou num suposto hotel de 5*****, o Grand Excelsior, cujo único serviço de luxo é ter uma empregada que, ao final do dia, me vem tirar o edredão da cama.
Um serviço espetacularmente inútil.

Segue-me em: ruiiscalling.wordpress.com

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